Viver e errar, são belos aprendizados.

Todo o ano eu via o vento sorrir na minha janela e via o mundo de amor me abraçando, mas até então nunca vive nenhuma experiência impactante e não adianta você querer ela logo e rapidamente, uma hora ela chega e seus olhos vão te admirar por tanta responsabilidade que irá ter com o novos problemas, da sua nova vida. Não posso dizer que mudei minha maneira de pensar, eu ainda acredito no amor, acredito que um dia escrever eu te amo no céu não será mico e que jogar flores ás 7 da manhã na casa dos outros, não será coisa fútil. Mas o que não dá pra conciliar a este mundo, são as pessoas que fingem. Porque elas fingem? Fingem que amam tanto a gente, mas não vê a hora de se escapar de nós, ninguém mais quer o amor intenso, aquele te cura  e que te faz bem. Simplicidade, honestidade, compreensão? Poxa, compreensão nem se fale, pouquíssimos ainda a tem. Apesar dos meus medos com essa história toda de amar alguém, eu aprendi uma coisa meu bem, a única coisa que a gente não pode ser é precipitado, muitos dizem que arriscar faz parte, que seja, penso o contrário. Para mim nada melhor do que refletir, porque depois que a gente "tropeça", reconhecemos o erro e usamos aquela dúvida clichê: "Porque eu fui fazer isso"?

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