Acho que hoje é aquele dia cheio de moagens. Frescuras sabe, meu bem?
Tudo bem que posso ser até um encanto em certas ocasiões, mas em outras sou cheia, ou melhor transbordo de frescuras.
Quero tanto pessoas pra amar. Que fico com frescura quando o assunto é me amar. Quem sabe o futuro vai me dizer ou melhor fazer com que eu entenda o que é amor próprio. Porque isso. certamente é uma moage forte minha: não saber me amar... Que cisma eu tenho comigo mesma! Acho que deve ser por isso que eu acordo triste e cheia de orelhas; eu não cuido de mim. Cuido dos outros, deles, delas. E eu? Onde encaixo nessa sociedade cruel? Por favor... Oh céus, oh meu Deus. Faça eu gamar em mim mesma, me apaixonar todo o santo dia. Não quero sobreviver com essa frescura chata, ao contrário quero morrer sem ela, a matando pouco a pouco, todos os dias.

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