É assim, ou é nada.

Eu não gosto mais de palavras que dão sentido a palavra, infinito. Porque o comodismo da sociedade me fascina e me deixa irritada, por saber que coisas eternas não são tão importantes, quem sabe a eternidade realmente nunca foi algo, lembrando pelas pessoas. O que adianta eu querer amor eterno, se o outro nem está disposto a estar comigo, 365 dias do ano? Talvez isso não seja uma revolta, mas só um alerta. Eu gosto de coisas completas, de amores inteiros. Daqueles que diz é pra sempre e acabou, meu amor se não vai se doar pra sempre, nem abre a boca pra prometer. Eu já falei isso uma vez, mas arrependo. Pois o único lugar que viverei para sempre é nos braços do meu Pai, Deus. 







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