Finais de semana lembram nostalgia, nos lembram nossas fantasias de crianças e trazem a memória as pessoas que amamos, mas que já perdermos. Entre coisas ruins para pensar, finais de semana lembram reencontros, abraços, gargalhadas e histórias, para contar sobre o que foi feito, claro.
Fora isso nada de “mágico”, os dias são todos comuns, mas eles podem mudar, pois os dias são semelhantes aos humanos, em constante mudança. Ás vezes planejamos um encontro para o dia 28 de Agosto, mas no dia anterior acontece uma tragédia que nos impede. Humanos, também são assim, uma hora o sorriso está enorme outra hora ele vira pó ou melhor, lágrimas. Aliás, sorrisos não se transformam em lágrimas, é que a gente deixa de usar a boca pra sorrir e usamos os olhos quando estamos tristes, para chorar.
MUDAR. Como mudar meu dia? Esperar sentada em tal comodismo, será que desisto? Ou insisto, nisto, naquilo... Como mudar a si próprio no dia 28 se quando a data chega, alguém te lembra o que fez no passado? Aí vem a desistência? Uma falha no planejamento? Mas o plano inicial era: NÃO DESISTIR. Oh céus, como prosseguir?
Eis a questão do mundo.

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